🔬 Especialista analisa tendência entre iniciantes: polinucleótidos e neuromoduladores como entrada à medicina estética
Dra. Myriam Yébenes comenta que pacientes iniciantes em medicina estética costumam começar com neuromoduladores e polinucleótidos, que corrigem sinais de envelhecimento sem alterar traços faciais.
💡 Polinucleótidos ganham espaço como entrada ao mercado de estética, competindo com ácido hialurônico entre pacientes com receio de procedimentos mais invasivos; tendência de maior conservadorismo inicial.
🌐 Tradução automática por IA do original em espanhol (Radio Mitre (via Google News)). Pode conter imprecisões; em caso de dúvida, consulte o original.
A medicina estética recebe tanto pacientes com experiência quanto aqueles que consultam pela primeira vez. Segundo os dados citados no relatório, a idade de início situa-se entre os 20 e os 26 anos, embora a maioria daqueles que recorrem a esses procedimentos tenha entre 30 e 64. A decisão, sustenta a especialista Myriam Yébenes, não depende de fazer anos, mas de uma necessidade concreta.
Para os primeiros passos, Yébenes recomenda opções de efeito moderado, que não alterem os traços nem impliquem mudanças difíceis de reverter. "Costumam começar com neuromoduladores e polinucleotídeos, que corrigem sem mudar os traços", explica. Também podem somar-se tecnologias suaves, como alguns lasers para melhorar a textura e a aparência dos poros, ou radiofrequência, que estimula gradualmente a produção de colágeno.
Entre as novas consultas aparecem pacientes que buscam tratar a flacidez facial após emagrecer muito com medicamentos análogos do GLP-1, como Ozempic ou Mounjaro. O artigo estima que na Espanha mais de meio milhão de pessoas usaram esses fármacos durante 2025 e cita especialistas que observam mudanças no rosto associadas à redução rápida de gordura.
A perda de volume não se limita ao abdômen: também pode afetar os depósitos de gordura que sustentam o rosto. Isso pode traduzir-se em menos definição, queda de tecidos e uma aparência de envelhecimento acelerado. Os médicos consultados levantam que antecipar o processo e contar com acompanhamento profissional pode ajudar a lidar com essas mudanças; a abordagem depende de cada paciente e de sua avaliação clínica.
Nesses casos, a demanda também se desloca para procedimentos a fim de tratar as consequências do emagrecimento. Entre as opções mencionadas figuram cirurgias como abdominoplastia, mastopexia ou lifting, além de indutores de colágeno e ácido hialurônico. Para quem não sabe que tratamento precisa, os especialistas sugerem começar com uma consulta ampla, com avaliação personalizada e explicação de alternativas, alcances e possíveis riscos.
A segurança é central porque a medicina estética implica atos médicos. O texto cita dados da Sociedade Espanhola de Medicina Estética segundo os quais 65% desses tratamentos seriam realizados por pessoas sem a qualificação necessária; dentro desse grupo, 20% seria realizado em espaços não regulados. Por isso, recomendam evitar procedimentos em residências ou centros sem acreditação.
Antes de avançar, convém comprovar que o profissional tenha título habilitante, formação específica, matrícula e seguro de responsabilidade civil. Também deve explicar por escrito benefícios e riscos, solicitar o consentimento informado e utilizar produtos com marcação CE conforme suas indicações. O paciente, além disso, tem que receber os dados do produto aplicado, como nome, lote e vencimento, e esclarecer qualquer dúvida antes de decidir.
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