🛡️ Congresso na Espanha Discute As Chaves para a Segurança na Medicina Estética
Um congresso na Espanha focou nas diretrizes e boas práticas para assegurar a segurança dos pacientes em procedimentos de medicina estética, abordando aspectos regulatórios e de execução.
💡 A prioridade na segurança do paciente é um pilar da medicina estética, e a busca por conformidade com regulamentações e protocolos internacionais é essencial para a credibilidade e o sucesso das clínicas brasileiras.
🌐 Tradução automática por IA do original em espanhol (Noticias de Gipuzkoa (via Google News)). Pode conter imprecisões; em caso de dúvida, consulte o original.
A medicina estética se instalou naturalmente em nossa sociedade. Cada vez mais pessoas recorrem a tratamentos para melhorar sua aparência, prevenir os sinais do envelhecimento ou se sentirem melhor consigo mesmas. Mas normalizar essas práticas não significa que deixaram de ser procedimentos médicos.
Segundo o último Informe de Percepción de la Medicina Estética en España, elaborado pela Sigma Dos em colaboração com a Sociedad Española de Medicina Estética (SEME), 46% dos espanhóis já realizaram algum tratamento desse tipo. O problema surge quando a busca por resultados rápidos, preços atraentes ou tendências que circulam nas redes sociais faz com que se esqueçam as garantias básicas de segurança.
Um dos dados que mais preocupa os especialistas é que 44% dos pacientes desconhece que esses procedimentos devem ser realizados exclusivamente por um médico registrado. Também existe um desconhecimento importante sobre a necessidade de que os centros disponham da autorização sanitária correspondente, a U.48.
Isso faz com que alguns usuários acabem recorrendo a salões de beleza, centros estéticos, academias ou até residências particulares para se submeterem a procedimentos que envolvem infiltrações ou o uso de tecnologia médica.
A SEME coloca especialmente o foco nos pacientes mais jovens, muito expostos às tendências estéticas das redes sociais e, às vezes, mais sensíveis ao preço. Uma escolha aparentemente simples pode ter consequências quando por trás do tratamento não existe uma avaliação médica, um produto seguro ou instalações adequadas. “A medicina estética é medicina. Busca o bem-estar físico e emocional, melhorando a autoestima de 8 em cada 10 usuários, mas nunca deve ser banalizada”, destaca o presidente da SEME, o doutor Juan Antonio López-Pitalúa. “Qualquer infiltração ou tecnologia médica é um ato médico e como tal deve ser aplicado por um médico estético e em um centro autorizado”, acrescenta. Para o especialista, o intrusismo “já não é apenas concorrência desleal, é um problema de saúde pública”.
Por isso, antes de se deixar levar por uma oferta, uma recomendação nas redes sociais ou uma fotografia de antes e depois, convém verificar quem vai realizar o tratamento, onde e com quais garantias.
Os procedimentos devem ser realizados exclusivamente por um médico registrado. Magnific
1. Exigir do profissional a titulação médica. Todo tratamento é um ato médico e só pode ser realizado por um médico licenciado e registrado. Os usuários podem verificar a habilitação geral de qualquer profissional através da Consulta Pública de Colegiados e confirmar se, além disso, está especializado e pertence à sociedade científica utilizando o Diretório de Médicos da SEME ou localizando-o geograficamente em seu Mapa de Garantia Médica SEME.
2. Verificar a clínica autorizada (U.48). O centro deve dispor visivelmente da autorização sanitária que o credencia como clínica de Medicina Estética. Residências, salões de beleza ou cabeleireiros têm proibido por lei realizar essas técnicas.
3. Exigir um diagnóstico prévio. O médico deve realizar uma avaliação personalizada de forma obrigatória e abrir um prontuário clínico antes do tratamento.
4. Informação clara e por escrito. O paciente deve receber e assinar o Consentimento Informado, onde são detalhados o procedimento, os benefícios e os possíveis riscos.
5. Garantia e rastreabilidade do produto. Todo material injetável (como o ácido hialurônico ou a toxina botulínica) deve ser aberto na presença do usuário. Exija o adesivo com o lote, marca e validade para seu registro pessoal.
6. Desconfiar do ‘low-cost’. Quem oferece preços excessivamente baixos costuma ocultar produtos falsificados, frascos adquiridos ilegalmente pela internet ou a ausência de um médico qualificado.
7. Instalações com condições higiênicas. O centro médico deve cumprir rigorosamente com a normativa de assepsia, gestão de resíduos biosanitários e segurança sanitária.
8. Acompanhamento pós-tratamento. O médico e a clínica devem oferecer orientações claras para os cuidados posteriores e estar disponíveis para qualquer dúvida ou complicação.
9. Expectativas realistas. Um bom profissional aconselhará o paciente buscando a naturalidade e a harmonia, priorizando a saúde frente a pedidos desproporcionais. Um bom médico estético é aquele que diz não.
10. Direito à reclamação. O usuário tem direito a solicitar folhas de reclamação ou a recorrer à SEME para verificar as boas práticas do profissional através do buscador público em seu site.
