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Tendências🌆 Edição da Tarde · sábado, 19 de setembro de 2026

🔬 Cirurgia plástica e medicina regenerativa se unem para combater envelhecimento

Convergência de duas especialidades cria nova abordagem para procedimentos antienvelhecimento, combinando técnicas cirúrgicas tradicionais com biotecnologia regenerativa.

💡 Tendência de integração de disciplinas amplia repertório técnico de profissionais; gera demanda por atualização contínua e colaboração interprofissional.

🌐 Tradução automática por IA do original em espanhol (Comercio TV (via Google News)). Pode conter imprecisões; em caso de dúvida, consulte o original.

A medicina estética está avançando para tratamentos mais personalizados que não necessariamente começam em um centro cirúrgico.

O cirurgião plástico Dr. Julio Clavijo-Álvarez propõe integrar cirurgia, diagnóstico de precisão e medicina regenerativa para determinar o que cada paciente necessita e como pode otimizar sua recuperação e envelhecimento.

Seu interesse surgiu ao observar que pacientes de idades similares submetidos a uma mesma cirurgia podiam se recuperar de forma muito diferente. Estresse, alimentação, exercício e condição física, explicou, influem nessa resposta.

"Quando se levam as duas coisas juntas, podem-se obter melhores resultados", afirmou sobre a combinação de cirurgia e tratamentos regenerativos.

Pode a medicina regenerativa reduzir a necessidade de algumas cirurgias plásticas?

Para o cirurgião plástico Dr. Julio Clavijo-Álvarez, ambas as opções são complementares. "Não há competição aqui. De fato, são coisas que andam juntas", assegurou.

Sua proposta é que intervir precocemente sobre determinados fatores associados ao envelhecimento pode ajudar a atrasar alguns procedimentos. "Se desde uma forma precoce começarmos a otimizar o processo de envelhecimento, não vamos precisar fazer tantas cirurgias de rejuvenescimento", explicou.

Entre as ferramentas mencionou lasers, tratamentos tópicos, tecnologias baseadas em energia, plasma e outras terapias regenerativas. Porém, existem limites: um excesso importante de pele ou determinadas alterações anatômicas podem requerer cirurgia.

O especialista também questionou as soluções universais. "Há muita gente que está vendendo o que não é e está vendendo o mesmo para todo o mundo", advertiu.

"Cada pessoa é diferente, cada pessoa tem diferentes deficiências", acrescentou. Por isso insiste: "Isto não é uma pílula que serve para todo o mundo".

O que deve ser avaliado antes de escolher um tratamento regenerativo ou estético?

O modelo descrito analisa informações como testes de laboratório, imagens, perfis genéticos e epigenéticos, inflamação, massa muscular e desempenho fisiológico antes de personalizar uma intervenção.

Porém Clavijo-Álvarez considera que nenhum tratamento pode compensar permanentemente hábitos deficientes. Sua estratégia começa com "os quatro pilares": "fazer exercício, comer bem, dormir bem e se desestressar".

"Se isso não está, o resto dos tratamentos não tem nada a fazer", afirmou. Para explicar isso utilizou uma comparação: "Não vou reconstruir uma casa que está em chamas; tenho que apagar os incêndios para começar a reconstrução".

O objetivo, portanto, ultrapassa a estética. A combinação de hábitos saudáveis, diagnóstico e tratamentos individualizados busca acompanhar a capacidade natural de recuperação do organismo.

"O corpo está projetado para se reparar", sustentou Clavijo-Álvarez. Sua proposta coloca assim a prevenção e personalização antes de decidir se o paciente necessita medicina regenerativa, procedimentos estéticos, cirurgia ou uma combinação destas alternativas.

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Fonte: Comercio TV (via Google News) Ler a notícia na fonte, no idioma original (espanhol) ↗
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