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Ciência☀️ Edição da Manhã · quinta-feira, 17 de setembro de 2026

🧠 Estudo: toxina botulínica pode afetar emoções, relações sociais e vida sexual

Pesquisas científicas indicam que Botox pode ter efeitos sobre respostas emocionais, interações sociais e função sexual dos pacientes, expandindo compreensão sobre consequências além do resultado estético.

💡 Achados sobre efeitos psicossociais reforçam necessidade de consentimento informado abrangente e discussão prévia sobre riscos e benefícios globais com pacientes antes do tratamento.

📰 Trecho da matéria original (Alagoas 24 Horas (via Google News)). Continue a leitura na fonte.

Botox pode afetar emoções, conexões sociais e até a vida sexual, apontam estudos | Foto: Adobe Stock

O botox está acabando literalmente com as emoções. E não se trata somente das emoções de personagens interpretados por atores e atrizes com a cara cada vez mais congelada por conta da pressão estética. Mas também das de pessoas físicas que passam pelo procedimento.

Isso porque a toxina botulínica não altera apenas a forma como nosso rosto expressa essas emoções. Ela também afeta a chamada mimética facial, que é a nossa capacidade de imitar e ler o que os outros estão sentindo.

Vai dizer que você nunca ficou com vontade de rir quando viu outra pessoa gargalhando?

Os temidos pés de galinha, por exemplo, se formam quando a gente sorri de forma genuína. É o chamado “sorriso de Duchenne”, nome chique para o “sorrir com os olhos”.

É por isso que esse tipo de marca é chamado de linha de expressão, porque expressa emoções específicas. Nesse caso, alegria, felicidade, simpatia, por aí vai.

E se você aplica botox para apagar essas linhas, as pessoas podem achar seu sorriso falso e interagir de forma diferente com você.

Além disso, com a cara congelada, você perde a capacidade de imitar as expressões da outra pessoa. Isso atrapalha o cérebro na hora de decodificar as emoções de forma rápida e precisa e pode limitar sua capacidade de entender as pessoas ao seu redor e se conectar com elas.

Estudos recentes descobriram que esse congelamento dos músculos da face pode afetar diretamente como a gente sente essas emoções.

[…]

Fonte: Alagoas 24 Horas (via Google News) Ler a notícia completa na fonte ↗
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