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Ciência☀️ Edição da Manhã · segunda-feira, 14 de setembro de 2026

🔬 Medicina regenerativa: como fatores biológicos além da idade aceleram o envelhecimento

Especialista em medicina estética regenerativa aponta que o envelhecimento não depende apenas de idade cronológica, mas de fenômenos biológicos que o aceleram independentemente.

💡 Reforça que estética moderna vai além de corrigir rugas; compreender mecanismos biológicos de envelhecimento diferencia protocolos e fundamenta conversas mais sofisticadas com pacientes.

🌐 Tradução automática por IA do original em espanhol (CuídatePlus (via Google News)). Pode conter imprecisões; em caso de dúvida, consulte o original.

Certamente você já se perguntou mais de uma vez por que pessoas da mesma idade parecem mais jovens ou mais velhas. Conversamos com Ana Huertas, especialista em medicina estética regenerativa, para que nos explique o que influencia no envelhecimento e no que consiste o inflammaging, um conceito cada vez mais na moda. O primeiro ponto que a especialista quer deixar claro é que "o envelhecimento não depende apenas de fazer anos. Hoje sabemos que existe um fenômeno chamado inflammaging, que é uma inflamação crônica de baixo grau que se mantém ao longo do tempo e que acelera o deterioro dos tecidos".

Não é uma inflamação "evidente" como a que aparece após uma ferida ou uma infecção, explica. "É muito mais silenciosa, mas pode favorecer a perda de colágeno, o dano celular e uma menor capacidade de regeneração", adverte.

Por isso existem pessoas que, tendo a mesma idade, "mostram uma qualidade de pele ou um estado físico muito diferente".

Voltando à ideia do princípio, do por que algumas pessoas envelhecem mais rápido que outras, é importante lembrar que, embora "os genes influenciem a forma como envelhecemos, também existem muitos fatores relacionados ao nosso estilo de vida que influem, como a exposição ao sol, a alimentação, o sono, o exercício físico, o tabaco, o estresse ou determinadas doenças".

Tudo isso "vai deixando uma marca nos tecidos e condiciona a velocidade na qual nosso organismo perde a capacidade de regeneração".

Os genes, indica Huerta, "são importantes, mas não determinam completamente como vamos envelhecer. Cada vez falamos mais de epigenética, que estuda como nossos hábitos e o ambiente podem influir na forma em que se expressam esses genes". Para as pessoas que têm uma genética pouco favorável neste sentido, há uma boa notícia e é que, "podemos herdar uma predisposição, mas nossas decisões diárias também têm muito a dizer em como envelhecemos".

Ana Huertas, especialista em medicina estética.

Um dos fatores que influem no envelhecimento e que está sendo cada vez mais estudado é a inflamação crônica. Esta, informa a especialista, "favorece o estresse oxidativo, que atua como uma espécie de desgaste constante sobre as células". Com o passar do tempo, além disso, "os tecidos perdem parte de sua capacidade para reparar esse dano".

Quando esse equilíbrio se rompe "começam a aparecer alguns dos sinais mais visíveis do envelhecimento como a perda de firmeza, a pior qualidade da pele, as mudanças nos volumes faciais ou uma menor capacidade de recuperação dos tecidos".

A boa notícia é que pode ser prevenido antes de recorrer à medicina estética. De fato, como explica Huertas, "grande parte do trabalho começa muito antes de pensar em um procedimento cirúrgico".

É certo que "não podemos deter completamente o envelhecimento, mas sim influir em como envelhecemos". Aqui, a especialista lembra a importância de "manter hábitos saudáveis, fazer exercício, dormir bem, controlar o estresse e seguir uma alimentação adequada", fatores que, como assegura, "têm um impacto enorme" no nosso envelhecimento cutâneo.

Além disso, aponta, "hoje dispomos de tratamentos médicos orientados a estimular os próprios mecanismos de regeneração do organismo, ajudando a manter a qualidade dos tecidos por mais tempo".

Durante anos "nos concentramos sobretudo em corrigir rugas ou recuperar volume". Porém, "hoje sabemos que o envelhecimento afeta processos muito mais profundos relacionados com a qualidade dos tecidos, a produção de colágeno ou a capacidade regenerativa das células".

Por isso, a tendência atual busca atuar sobre "as causas biológicas do envelhecimento e não unicamente sobre o que vemos no espelho".

O objetivo dos novos tratamentos estéticos é "ativar mecanismos que já existem de forma natural em nosso corpo". Assim, indica, "dependendo do tratamento, podemos estimular a produção de colágeno, favorecer a regeneração dos tecidos ou melhorar determinados processos de reparação celular".

O objetivo não é unicamente "corrigir sinais visíveis do envelhecimento", mas sim "melhorar a qualidade do tecido e favorecer os processos de regeneração".

Fonte: CuídatePlus (via Google News) Ler a notícia na fonte, no idioma original (espanhol) ↗
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