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Regulação🌆 Edição da Tarde · domingo, 13 de setembro de 2026

🚨 Intrusismo em medicina estética é flagrado como problema sistemático na Venezuela

Colegio de Médicos da Venezuela denuncia escalada de exercício ilegal em estética como grave problema de saúde pública.

💡 Fragilidade regulatória em alguns países latino-americanos contrasta com fiscalização crescente no Brasil; profissionais credenciados têm diferencial competitivo em conformidade.

🌐 Tradução automática por IA do original em espanhol (El Impulso (via Google News)). Pode conter imprecisões; em caso de dúvida, consulte o original.

O intrusismo no exercício da medicina se tornou motivo de crescente alarma no estado de Lara. Diante do risco que representa tanto para a cidadania quanto para a classe médica, o Colégio de Médicos da entidade classificou essa prática como um problema de saúde pública.

A entidade da classe alertou que a principal preocupação reside nos riscos diretos para os pacientes quando são atendidos por pessoas ou profissionais que realizam procedimentos médicos para os quais não foram formados. Essa falta de capacitação técnica aumenta a probabilidade de causar danos irreversíveis.

«Esta é uma situação à qual é preciso pôr limite», precisou o Dr. Pastor Galicia, médico obstetra ginecologista e membro da Comissão de Ética do Colégio de Médicos de Lara.

Fez referência ao Código de Deontologia Médica, que descreve as distintas modalidades dessa prática.

A respeito desse último tipo, Galicia esclareceu que realizar estudos como diplomados ou cursos não confere a expertise necessária para exercer áreas complexas. Mencionou que algumas das especialidades onde está mais presente essa irregularidade são cirurgia plástica, obstetrícia e ginecologia, fisiatria e diagnóstico por imagem. «O fato de realizar um diplomado ou curso de poucas horas e se anunciar como profissional na área é intrusismo médico profissional», reforçou.

Explicou que a instituição é um órgão receptor de denúncias de casos de intrusismo e realiza as investigações partindo de determinar se a pessoa é um profissional de saúde devidamente inscrito. Além disso, lembrou que outros órgãos com competência nessa matéria são o Ministério Público, o Serviço Autônomo de Controladoria Sanitária e o Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC). «Trabalhamos em conjunto e de forma organizada para tentar acabar com esse flagelo», mencionou.

Embora o fenômeno afete múltiplas áreas, a medicina e cirurgia estética destaca como um dos âmbitos onde essa prática se observa com maior frequência.

A Dra. Giselle Ortiz, cirurgiã plástica integrante da Sociedade Venezuelana de Cirurgia Plástica e da Federação Iberolatino-americana de Cirurgia Plástica, alertou que um dos principais riscos de recorrer a pessoas não formadas é sua incapacidade de prevenir ou atender complicações, reações ou efeitos adversos em procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos.

«A pessoa que está preparada sabe como agir diante de um efeito colateral ou uma reação adversa. Essa é a diferença», afirmou.

A especialista lembrou que «nenhum procedimento é inofensivo, todos conllevam riscos», reiterando a necessidade de que a comunidade não se deixe levar por ofertas de tratamentos aparentemente simples que depois derivam em situações de alta complexidade.

Instou os usuários a se informarem, verificar as credenciais e competências dos profissionais antes de se submeterem a qualquer procedimento. As fontes primordiais a consultar são o Colégio de Médicos e as correspondentes sociedades de cada especialidade, que atestam que seus integrantes cumpriram todos os requisitos para se sindicalizarem e possuem a formação devida.

Para fazer frente a essa problemática, o Colégio de Médicos do estado de Lara, junto a sua Comissão de Ética, impulsionará um plano integral focado na reeducação da classe, inclusive a partir das salas de aula onde se formam os futuros profissionais de saúde.

De acordo com a informação fornecida pela Dra. María Eugenia Guevara, vice-presidente encarregada do colégio profissional, o projeto abrange a realização de uma série de oficinas e conferências dirigidas a médicos, especialistas, estudantes de medicina, enfermeiros, odontólogos, terapeutas e demais classes de profissionais de saúde.

«Manter-nos informados nesse tema nos tornará mais colaboradores em diminuir esses casos de intrusismo na área médica», afirmou, expondo que o objetivo é proporcionar ferramentas normativas e legais para agir corretamente diante dessas situações.

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